
Por Mônica Bergamo Número será lançado na próxima sexta (8), por ocasião do Dia da Mulher A organização Me Too Brasil, que atua contra a violência de gênero e oferece apoio psicológico, jurídico e assistencial para vítimas, irá lançar um canal telefônico de atendimento gratuito na próxima sexta-feira (8), por ocasião do Dia Internacional da Mulher. Mulheres, crianças, adolescentes
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Marina Ganzarolli integra nesta semana a delegação brasileira do 12º Fórum Global de Empresas e Direitos Humanos da ONU, em Genebra.
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A organização Me Too Brasil, que atua contra o assédio e o abuso sexual no Brasil, foi indicada ao prêmio Prêmio #Rompa, reconhecimento do Tribunal de Justiça de São Paulo e da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis) às melhores práticas voltadas ao enfrentamento da violência contra pessoas do gênero feminino no estado. A organização é
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A atriz argentina Thelma Fardin, 29, que acusa de abuso o ator argentino-brasileiro Juan Darthés, 57, afirmou em entrevista à Folha de SP, que ” seria um pesadelo ter de voltar a ser interrogada, periciada, revitimizada, depois de termos avançado tanto”. Na última sexta-feira (11) foi divulgado acórdão em que o Tribunal Regional Federal da 3ª
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A pesquisa Percepções da população brasileira sobre feminicídio, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Locomotiva, com apoio do Fundo Canadá, revela que 57% dos brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de ameaça de morte pelo atual parceiro ou ex; 37% conhecem uma mulher que sofreu tentativa ou foi vítima de feminicídio íntimo. Participaram do estudo online
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Por Marina Dayrell Reforma Trabalhista de 2017 explica baixa nos processos de assédio moral e assédio sexual, mas provas digitais e crise podem justificar alta de casos; saiba como denunciar No início da pandemia, em 2020, os casos de assédio moral e sexual registrados no Tribunal Superior do Trabalho (TST) diminuíram, provavelmente, segundo especialistas, influenciados pelo medo
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Presidente do CNJ, Luiz Fux: “Essa mulher precisa de acolhimento e empatia. Não podemos julgar a vítima. Quem deve ser julgado é o agressor. Ninguém pode se colocar no lugar do outro para entender suas razões” Quando tomou posse na Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2020, o ministro Luiz Fux prometeu mudar
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