- Obra do artista é marcada por intervenções urbanas com teor ambiental e político
- Publicação da BEI traz textos críticos e entrevista com curador francês Marc Pottier
Três décadas depois de começar a ocupar a cidade com infláveis gigantes no Tietê, caiaques no rio Pinheiros e boias salva-vidas nos espelhos d’água do Congresso Nacional, Eduardo Srur transforma a própria trajetória em livro.
“A Arte Salva” será lançado em 28 de fevereiro, na Casa das Artes, no Morumbi, em São Paulo, com sessão de autógrafos e abertura de mostra homônima, às 15h.
Editado pela BEĨ, o volume bilíngue reúne mais de 300 imagens, textos críticos e uma entrevista com o curador francês Marc Pottier. A publicação percorre a produção que projetou Srur no Brasil e no exterior, marcada por intervenções urbanas de forte teor ambiental e político.
Na semana seguinte, o artista inaugura a mostra “Da Margem à Beleza”, no Museu de Arte Contemporanea do Rio Grande do Sul, reforçando a arte como instrumento de reflexão pública.
Com “A Arte Salva”, Eduardo Srur reafirma “a arte como um campo de ação crítica e sensível, capaz de provocar reflexão, gerar pertencimento e criar novas formas de relação entre indivíduos, cidade e meio ambiente”.
Artigo publicado originalmente na Folha de São Paulo.



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