
Lição é do poeta Trasíbulo Ferraz Vale para a força-tarefa de Curitiba Medo apoderou-se dos procuradores O impagável HC de Diogo Castor “Alguns têm na vida um grande sonho, e faltam a esse sonho. Outros não têm na vida nenhum sonho, e faltam a esse também.” – Fernando Pessoa, Livro do Desassossego A grande vantagem
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Vamos lá. Há limites para tudo. Dallagnol e seus companheiros de “força-tarefa” atravessaram o Rubicão. Transformaram o processo penal na casa da Condessa de Provença, também conhecida como “mãe Joana”. Já fizeram de tudo. Mas agora querem mais. E tentam invadir a Suprema Corte. Aos fatos. O ministro Edson Fachin, corretamente, com base no artigo 192 do
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Deltan e sua turma buscam a cura no mesmo remédio que queriam exterminar O reconhecimento pelo Supremo Tribunal Federal da parcialidade do então juiz Sergio Moro tornou histórico o último dia 23 de março. Na data, muitos se valeram desse adjetivo tendo em mente os envolvidos —um ex-presidente e um magistrado nacionalmente identificado com o combate à
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1. A dura acusação que vem de dentro Começo com uma acusação dura: “procuradores da força tarefa da ‘lava jato’ desprezaram garantias fundamentais dos acusados”. Calma. Antes de os protagonistas fazerem uma interpelação, informo que a acusação foi feita por três insuspeitos (veja-se: ainda existem pessoas insuspeitas no país do suspeito Moro-‘Je-ne-me-regrette-rien’ ) procuradores da república, ex-presidentes
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Por Vinicius Konchinski ‘QUANTO MAIS GASTARMOS AGORA, MELHOR’ O Ministério Público Federal pagou ao procurador da República Diogo Castor de Mattos pelo menos R$ 373,6 mil em diárias para ele trabalhar para a Lava Jato na cidade em que morava. O caso é peculiar. Castor não é o integrante da força-tarefa de Curitiba que mais
LEIA MAISO advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, defende uma investigação para saber se Sergio Moro cometeu crimes enquanto julgava réus ligados à Lava Jato. A fala ocorreu no episódio #79 do Baixo Clero. Para ele, que teve clientes acusados de envolvimento no escândalo de desvios na Petrobras, a análise em que o STF (Supremo Tribunal Federal)
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Embora não ligassem para a quebra de empresas brasileiras, os procuradores da extinta “lava jato” de Curitiba queriam defender os interesses da multinacional norte-americana Boeing. A informação consta em uma nova leva de mensagens enviadas pela defesa do ex-presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira (22/3). Além do entreguismo puro e simples, os integrantes do
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Por Caio Junqueira Na avaliação da defesa de Lula, diálogo mostra ‘uma relação estreita’ do substituto de Moro com os procuradores da Lava Jato O juiz Luiz Antônio Bonat, que substituiu Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba, fez sugestões à força-tarefa da Lava Jato sobre possíveis alvos de bloqueio de bens nas ações sob sua responsabilidade. Segundo diálogo
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Como os procuradores da extinta “lava jato” de Curitiba sabiam que não tinha “nada de anormal” na compra de nove caças suecos, mas queriam pegar Lula mesmo assim, resolveram ouvir Antonio Palocci depois das oitivas de todas as testemunhas de acusação e defesa. A informação consta na nova leva de mensagens enviadas ao Supremo Tribunal Federal pela
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Novas mensagens apreendidas na “operação spoofing” indicam que procuradores da autodenominada “força-tarefa da lava jato” condicionavam a assinatura de acordos de delação premiada a menções a ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal. Trata-se de uma “técnica de emparedamento” dos tribunais superiores, conforme os próprios procuradores, em que se exigia que os anexos das
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Tenho denunciado o constante agir estratégico por parte do Ministério Público. Sim, o Ministério Público, embora tenha a ele sido reservado o papel de uma espécie de magistratura pelo constituinte, dando-lhe as mesmas garantias da magistratura, com o tempo foi invertendo (ess)a posição. Ele recebeu um papel e desempenha outro (há exceções, como a área
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Como estaria o processo penal brasileiro se, de um lado, um Juiz Federal e Procuradores da República não dialogassem pelo aplicativo Telegram, como se irmãos siameses fossem; e, de outro, um hacker não tivesse ilegalmente obtido tais conversas que, depois, foram divulgadas? Difícil saber, exatamente. Pessoalmente, posso dizer que este advogado, que teve sua conversa
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