
Urge a necessidade de um marco normativo eficiente para as redes sociais Recentemente, tivemos a triste notícia da morte de uma criança após inalar desodorante aerossol como parte de um desafio compartilhado nas redes sociais. Sarah Raíssa Pereira de Castro, de apenas 8 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi socorrida, mas teve morte cerebral. A menina,
LEIA MAIS
Por Danielle Brant Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia pediu na justiça e às plataformas retirada do conteúdo falso Duas contas que espalhavam desinformação em redes sociais sobre vacinas e medidas inexistentes adotadas pelo governo Lula (PT) foram removidas nesta semana após atuação da Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia, órgão da AGU (Advocacia-Geral da União). O primeiro caso
LEIA MAIS
Aconteceu o que já se esperava. A raposa vai ao moinho e perde o focinho, como se diz por aí. No Paraná, cansado e irritado com o juiz da causa, o causídico faz petição recheada de memes tipo Tik tok, como “Pode isso Arnaldo?” (pergunta Galvão), “A regra é clara, não pode“; “Isso é uma vergonha” (bordão do moralista
LEIA MAIS
Há uma febre nas redes. Há uma “ferramenta” denominada Tik Tok, que parece coisa feita para crianças brincarem. Na verdade, o Tik Tok é efeito e não causa. O problema é nossa condição de refém da tecnologia smartphone-whatsapp. Tudo fragmentado. Instantâneo. Como café solúvel. Que tem gosto horroroso. Essa ferramenta “concede” algo como 30 segundos
LEIA MAIS