
O Brasil está reconstruindo a credibilidade da população no Estado. A confiança das brasileiras e brasileiros no governo federal saiu de 26% em 2022 para 38% em 2025. Já no serviço público, cresceu de 24% para 41%. E a percepção de justiça na concessão de benefícios sociais aumentou de 33% para 48%. Esses avanços não decorrem de iniciativas isoladas, mas de uma firme orientação de governo para reconstruir a capacidade e a confiança do Estado brasileiro.
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A histeria contra a regulamentação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) revela quem realmente lucra com uma das mais importantes políticas sociais brasileiras. Por décadas, um pequeno grupo de empresas transformou em fonte de lucros bilionários um programa social que possibilita ao trabalhador uma alimentação de melhor qualidade. E tudo isso às custas dos cofres públicos e da saúde do povo brasileiro. O governo Lula acertou uma vez mais ao decidir acabar com essas absurdas e injustificadas regalias.
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O artigo sustenta que a teoria do processo estrutural pode enfrentar o estado de desconformidade do sistema de propriedade intelectual, reorganizando-o diante dos novos desafios. 1. Introdução As transformações tecnológicas e a digitalização das formas de criação e difusão cultural têm imposto novos desafios ao sistema de propriedade intelectual brasileiro. A legislação autoral, ainda fortemente
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Como se sabe, desde agosto de 2025, houve uma ampliação da fiscalização dos órgãos de controle do governo federal nas instituições de pagamentos e participantes de arranjos de pagamento, em grande medida pela publicação da Instrução Normativa RFB nº 2.278, de 28 de agosto de 2025, que passou a exigir daquelas instituições a entrega da
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Urgência de um novo modelo na segurança pública A persistência e o aumento da violência, a expansão do crime organizado e a incapacidade do Estado de oferecer proteção efetiva à população revelam a exaustão de um modelo fragmentado, no qual União, estados e municípios atuam de forma descoordenada e com ausência de políticas nacionais. A
LEIA MAISEduardo Galeano Até a leitura dos números da chacina do Rio de Janeiro tem um viés ideológico ou revela uma visão humanista ou de barbárie por parte de quem faz os títulos e o conteúdo das matérias. Eu, por exemplo, chamo de chacina, a grande mídia chama de megaoperação. E alguns ainda têm a coragem
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1. A brutalidade como método Estrema brutalidade policial, disse a ONU sobre a operação mais letal da história do Rio de Janeiro. O escritório da ONU no Brasil afirmou que as autoridades devem garantir investigação independente, protetiva às famílias, testemunhas e defensores de direitos humanos, tendo assegurada a possibilidade de responsabilização de crimes inafiançáveis, como
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O que se viu foi uma destruição criminosa das provas A Justiça é como uma serpente, só morde os pés descalços.” Eduardo Galeano Até a leitura dos números da chacina do Rio de Janeiro tem um viés ideológico ou revela uma visão humanista ou de barbárie por parte de quem faz os títulos e o
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Se houve anistia em 1979, por que não repetir agora, em 2025? Essa pergunta simples, que serve como retórica argumentativa para aqueles que defendem a anistia em 2025, esconde o enorme passado que temos pela frente, como escreveu Millôr Fernandes. Hoje, a anistia voltou à pauta do debate no país. O Congresso Nacional pretende votar
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A fome tem um poder extraordinário sobre a nossa mente. As maiores convicções morais podem ceder diante da dor lancinante do estômago vazio. A falta de comida causa efeito semelhante ao causado em um dependente químico pela abstinência de uma droga poderosa. Pessoas buscam alimentos para sobreviver e entorpecentes para suportar as dores da vida.
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A certa altura da finada “lava jato”, procuradores e o ex-juiz Sergio Moro passaram a se preocupar mais com o impacto midiático do que com a descoberta de provas e elementos de crimes, investigações e processos sérios e regulares. É o que afirma o criminalista Fábio Tofic Simantob, sócio do Tofic Advogados, conselheiro do Instituto de
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Numa Catedral da Sé lotada, não era o passado que estava sendo lembrado. De branco e empunhando flores, milhares de brasileiros transformaram a igreja numa ato ecumênico-político de defesa da democracia. Neste sábado, o local foi, de novo, o palco para marcar a morte de Vladimir Herzog pela ditadura militar. E assim como ocorreu há
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