Deve haver algo de errado com a gestão de carreira de um profissional que, no espaço de três anos e meio, se converte em:
ex-juiz herói;
ex-pretenso pensionista da União, sem previsão legal;
ex-superministro de Estado;
ex-quase futuro ministro do Supremo;
ex-advogado iniciante;
ex-parecerista de um parecer somente;
ex-diretor de consultoria internacional que administrava empresas levadas à bancarrota por sua atuação judicial;
ex-articulista contratado por blog de extrema direita, com dois artigos publicados;
ex-empregado assalariado de partido político;
ex-candidato a presidente da República.
ex-possível candidato a senador da República.
Bem, depois desse percurso trôpego, vertiginoso, sórdido e oportunista, cremos que Sergio Moro precise urgentemente de um coach minimamente eficaz, caso contrário chegará a ser ex-candidato derrotado a deputado federal.
Grupo Prerrogativas, 01 de abril de 2022.
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